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TODOS OS SILÊNCIOS DO MUNDO -  Tiago Vargas

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TODOS OS SILÊNCIOS DO MUNDO - Tiago Vargas

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Descrição Rápida

Tiago Menezes de Vargas nasceu em maio de 1982 em Cachoeira do Sul/RS. Participou das coletâneas Poetas do Vale, edições VII e VIII. Em 2013, lançou Azedume. Formado em letras pela Universidade Federal de Pelotas, atualmente é acadêmico do curso de Pós-graduação no Ensino da língua espanhola e uso de novas tecnologias, pela Universidade Estácio/RJ. Entre as premiações literárias recebidas destaque para o 1º lugar no XVI Prêmio Paulo Salzano Vieira da Cunha de Poemas em 2013 e a menção honrosa no Prêmio Literacidade 2014 na categoria de mini-contos.

Todos os silêncios do mundo– São Paulo/SP -  Ed. Ixtlan, 2015

ISBN: 978-85-8197-318-0 - 1. Poesia brasileira 2. título - CDD B869.1




Quando se abre um livro de poemas que começa dizendo, “o silêncio é a palavra muda”, não há como parar de ler. E lá pelo meio se deparar com um verso, “nada como bater na própria porta. E entrar”, então é só alegria. Aí sente-se o efeito entorpecente da poesia a preencher todos os interstícios do corpo e da alma. É aquele barato desejado de quem busca na arte pequenas doses de felicidade. Mas é claro que não é água com açúcar que Tiago Vargas nos oferece com seu jogo de metáforas e imagens. Pelo contrário.

É como se alguém no fim da vida encarasse o espelho e pensasse, calado, enquanto escreve sobre nossa humana existência onde o sofrimento sempre pesa mais que a alegria. Por fim ficamos a pensar, “Puxa, como a vida às vezes pode ser ruim!”.

Já disseram que a vida é algo conflituoso e no fim das contas, para os mais fracos – a maioria, é ruim mesmo. Por outro lado, afirmaram outros que a vida é aquilo que nós fizermos dela. Fato é que ela acaba. E nesse interim o silêncio parece aumentar a pressão interna da consciência quando a pessoa se põe na reflexão derradeira sobre como foi sua vida, e então tentar uma definição total: a vida é...

Ah, que coisa, talvez tenhamos oportunidade de fazer isso, ou não, quem sabe.

O silêncio está presente página pós página, linhas e entrelinhas, pode ser visto e até mesmo ouvido. O silêncio aqui é um grito abafado contra a brevidade da vida e a finitude inexorável.

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