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SPLEEN EM GRACEJOS - Douglas Cunha Andrade

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SPLEEN EM GRACEJOS - Douglas Cunha Andrade

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Descrição Rápida

Spleen em Gracejos, consiste em uma obra poética de imperfeições cotidianas analisadas pela introspecção do autor, em versos que norteiam os valores morais, religiosos, pontos cruciais de tendência à misantropia e contudo, no aparato das dúvidas de divindades, sente o vazio e mergulha no Spleen da alma. Utilizando como base o estilo simbolista, com o subjetivismo inerente em casa poesia, em cada evolução dos versos, das rimas com métricas perfeitas e imperfeitas, sente-se o lúgubre estado de nostalgia nos dois capítulos iniciais, para saldar com elevação ao terceiro, onde o espírito se recupera e rompe em fuga para o despertar da nova ascensão interior, o novo homem nasce, aturdido, porém com unanimidade, da mais bela Magnificência terrena.

Spleen em Gracejos – São Paulo/SP - Ed. Ixtlan, - 2015.

ISBN: 978-85-8197-290-9 - 1.Poesia brasileira 2.Poesia - CDD B869.1



O ser Humano! Limitamos-nos a este ponto; e invocamos a maior pobre alma, malfadada pelos ensinamentos mundanos, nos proclamamos o ser inteligente dentre os seres, quando ao fim escravizamos, maltratamos, dilaceramos nossa própria raça. Nenhum outro animal na terra utiliza-se de tal maldade, genialidade e justamente, pouca inteligência. Em uma visão Macro-Histórica, percebemos que a conquista por terras se vê à pura inveja do poder, ou sensação do poder. As guerras, as conquistas,as fábulas e tudo que temos, são apenas fragmentos de almas tediosas sem rumo, que se guiava por rumores, ritos, profecias... Que jamais hão de existir. O homem é o triste animal darwiniano que evoluiu no momento inoportuno. A consciência trouxe à Gaia, o pesadelo de um verme que corrói e destrói tudo que há de belo na Natureza muda. Somos um pequeno pedaço de estrela vagando no espaço sideral e apesar de sermos a espécie que gerou a consciência como forma de aprendizado representativo, continuamos a ferir os sentimentos que construímos antigamente; nos moldamos em máquinas de respostas e afirmações calculistas. Esqueça os bons valores... Não passam de esperança repassada pela falsa sociedade conservadora (detentora do poder). Precisamos desconstruir o subconsciente que nos foi organizado, ou não restarão animais “pensantes” para destruir e evoluir nesta terra. Somos o vírus que destrói, a bactéria que infesta, entretanto, somos o Homo sapiens que prolifera. Prospero na casa de Vampiros, sedento por sangue, carinho e aventuras... Onde mais poderia escrever meus versos? Permissão do Paraíso, impossível... Nesta Gaia sem leis, sou Rei, sou Deus, tenho o apogeu com o anjo renegado, aquele esquecido no eterno buraco do submundo. Leia entorpecido, ou, entorpeças.

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