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SACERDOTES NÃO FICAM DEPRIMIDOS - Manoel Neto

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SACERDOTES NÃO FICAM DEPRIMIDOS - Manoel Neto

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Descrição Rápida

O que leva um pastor a tirar a própria vida? As respostas podem ser as mais variadas, desde as mais banais, às mais técnicas e bem elaboradas.

O que me motivou a escrever este livro é o alarmante crescimento de suicídios entre clérigos e a constatação que suicídio gera suicídio também em grupos e sociedade. O contágio do suicídio já é comprovado. Segundo Andrew Solomon “se uma pessoa comete suicídio, um grupo de amigos ou pares com frequência o seguirá”. Não seria isto este o maior alerta para o crescente número de suicídio entre pastores? Visto que suicídio gera suicídio também em grupos e sociedade, espero ao escrever este livro chamar atenção de pastores, líderes denominacionais e de igrejas locais sobre a real possibilidade de um pastor cometer suicídio.

Outra preocupação ao escrever este livro é tentar frear a corriqueira banalização da tragédia do suicídio de um pastor com jargões falseados de espiritualidade vazias e ocas por parte daqueles que desconhecem as implicações teológicas de afirmar que um pastor que cometeu suicídio tinha demônio ou nunca teve uma experiência real com Jesus. Infelizmente, ainda há no ideário evangelical o mito que pastor não pode sofrer de depressão.

 



O Brasil é o 8º país do planeta com mais suicídios no mundo, aponta relatório da Organização Mundial da Saúde-OMS. Segundo o relatório divulgado em 2014 pela OMS, 804 mil pessoas cometem suicídio todos os anos. Dados recentes apontam para o número absurdo de mais de 1,1 milhão de suicídios a cada ano, ou seja, mais de 3.000 pessoas por dia cometem suicídio no mundo, o que significa que a cada 30 segundos uma pessoa se mata.

O suicídio é hoje a 11ª causa de morte no mundo inteiro e a terceira entre pessoas de 15 a 35 anos. A média de suicídios aumentou 60% nos últimos 50 anos e estima-se que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020.

Em números absolutos, o Brasil é líder em número de suicídios entre os países latino-americanos, de acordo com o relatório da OMS. Em 2013 no Brasil cerca de 11.600 pessoas tiraram a própria vida, uma média de quase 30 pessoas por dia.

O suicídio ou tentativa em todos os casos provoca uma devastação emocional entre os envolvidos, especialmente entre parentes e amigos. No entanto, quando o suicídio é de um pastor o impacto vai da perplexidade à apostasia. As perguntas em todos os casos de suicídio são inevitáveis, mas quando se trata de um clérigo, elas se multiplicam.

Por trás do suicídio de um pastor há questões patológicas com certeza envolvidas, mas antes da tragédia sinais foram dados. Cerca de um terço das pessoas que cometem suicídio tentaram em outra ocasião; 10% se matarão dentro de dez anos; Há pelo menos de 16 a 20 tentativas de suicídio para cada suicídio concretizado.

Apesar do tabu, o suicídio não é raro no universo clerical. No entanto, a crescente onda de suicídio de pastores sugere, no mínimo, uma parada para reflexão. O propósito deste livro é nos levar a esta parada. Para tanto, partiremos de um grito conhecido do próprio Senhor Jesus, mas infelizmente negligenciado: “A tristeza que estou sentindo é tão grande, que é capaz de me matar” (Mateus 26:38 NTLH).

O contexto emocional do grito de Jesus no Getsêmani é revelador. As tristezas do Mestre experimentadas e acumuladas no contexto de Mateus 26:38 serão apreciadas por mim como indicativos de possíveis causas de tantos pastores estarem desistindo de viver. Também é com o filho de Deus que podemos aprender e encontrar forças para superar a tristeza “capaz de matar”. 

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