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JARACATIÁ - Weberson Fernandes Grizoste

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JARACATIÁ - Weberson Fernandes Grizoste

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Descrição Rápida

B-Naim III é pseudónimo de Weberson Fernandes Grizoste, naturalde Jauru, Mato Grosso (100 km da Bolívia) do 27º dia de Junho de 1984.

Filho e neto de mineiros radicados em Mato Grosso; viveu em diversos locais do vale do alto Guaporé e quase seis anos na Europa: 8 meses em Oxford e o restante em Coimbra; viajou e conheceu 22 países de 4 continentes.

É professor de literatura, pesquisador, escritor e poeta. Possui Licenciatura Plena em Letras portuguesa e inglesa e respectivas literaturas pela Unemat (2006). É mestre em Poética e Hermenêuticapela FLUC (2009), reconhecido no Brasil em Teoria e História Literária pela Unicamp. Este caderno de poesias está sendo publicado pela ocasião da conclusão do doutoramento em Poética e Hermenêutica pela FLUC, e financiado da FCT.

É membro do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos (Coimbra) e do Centro de Estudos João Calvino (São Luís).

Tem o título de Tupi de Caxias concedido pela ASLEAMA, ACL e IHGC. Recebeu a Comenda Gonçalves Dias concedida pelo Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, por sua participação em 36 poemas (5 de autoria e 31 compilações) no livro Mil Poemas para Gonçalves Dias e pela autoria de artigos, prefácio e compilação de documentos para o livro Sobre Gonçalves Dias (2013). Possui, com este volume, 138 poemas publicados. É autor de A dimensão anti-épica de Virgílio e o Indianismo de Gonçalves Dias (2011) e Carrapicho (2011), e co-autor de Estudos de Hermenêutica e Antiguidade Clássica (2013).

 



B-Naim III, pseudónimo criado a partir de um diminutivo infantil mesclado com a alcunha Naim do pai, e que já vinha do saudoso avô paterno, diz por si muito de WebersonGrizoste. Natural de Mato Grosso, veio para Portugal em 2008 perseguindo o sonho de realizar, em Coimbra, o seu Mestrado, acabando por permanecer até à conclusão da sua tese de Doutoramento, no Verão de 2013. Os seus poemas reflectem as recordações de infância, as viagens pela Europa e todas as considerações que tece sobre o que o rodeia, as amizades que vêm e vão, os amores que marcam, e até mesmo a visão da pátria toldada, neste lado do Atlântico, pela saudade.

Ana Seiça Carvalho

Doutoranda em Poética e Hermenêutica

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

 

Neste caderno de poemas há duas plasticidades; a plasticidade pessoal e a plasticidade linguística figurada nos poemas (de musicalidade, rima, e estilo variados). Estas plasticidades alimentam as ambivalências de que vive este caderno de poemas, ambivalênciasessas presentes num jaracatiá; resultando em poemas cheios de intemporalidade, universalidade e leitores sem idade. É um caderno de poemas que assinala os tempos das partidas, os tempos das saudades, os tempos das perdas, temposestes que implicam recolhimento e descentramento incorporados e reincorporados na tristeza.

Rita Cristina Gomes

Mestranda em Literatura Portuguesa – Investigação e Ensino

Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

 

Ao comentar esta obra fui remetido pelo espírito ao “Patativa do Assaré” – poeta cearense – e seus belos poemas! Então que o poeta nasce e não se faz poeta. Percebi, então que o poeta nasce e não se faz poeta. Jaracatiá é a maior prova disso. Pois a simplicidade do seu conteúdo diz que nasceu da alma de um homem simples e não da sua formação académica. Como o arado provoca profundos sulcos na terra, assim é o jaracatiá para a alma humana.

Ananias Gomes da Silva

Professor de pedagogia e linguagem

Secretaria de Educação de Jaciara

 

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