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Natimortos II - Cauê Barros Braga

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Natimortos II - Cauê Barros Braga

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Descrição Rápida

Braga, Cauê de Barros Natimortos – Um tributo à contracultura satânica ISBN: 978-85-63869-12-8 1.Satanismo. 1.Título 2. Teoria do conhecimento, causalidade e ser humano. CDD 120



Cauê de Barros Braga nasceu no Acre, no dia 21 de novembro de 1985, na pequena cidade de Rio Branco. Ao longo de sua vida transitou por Fortaleza (CE), tendo passado parte de sua vida por lá, onde descobriu o amor pela arte, quando então pôde se dedicar ao teatro e suas ramificações. Estudante de Ciências Sociais, acabou descobrindo o mundo mágico da filosofia, por quem muito logrou aprofundar-se. Amante do herético mundo do Metal, despertou ainda na adolescência para conhecimentos ocultos e proibidos. Apaixonado por Nietzsche, acabou desenvolvendo uma aversão a religião ortodoxa e a dogma diversos, empunhando um anticristianismo repleto de nuâncias. Atualmente vêm trilhando sua carreira como poeta, sua forma mais particular de arte... Este livreto encerra meu envolvimento com o Satanismo, muitas vezes tão poético e essencialista! Tentei compor uma ideologia própria a “terminalística”, mas algumas bases fundamentais a Ele me são incoerentes, ou me fazem entrar em contradição comigo mesmo, com o que penso, sinto e aspiro em meu âmago. Não estou falando de nada tão trivial assim, mas de disparates e querelas antigas, que datam de anos, onde persisti incólume, vez por outra fraquejando, auscultando uma beleza axiológica que se apresentou ante meus olhos. Como o leitor deve supor, o Satanismo é uma filosofia de muitos atrativos, principalmente emotivamente falando; tanto o é, que chama logo atenção pelo seu “mote”, algo típico de nossa sociedade e de tantas outras também. O Arquétipo do Adversário é preponderante em todas as culturas, Ele nos é familiar desde a infância, embora os homens o modelem às suas pretensões! Cada lugar se valendo de suas próprias subjetividades morais e culturais... Fecho o ciclo neste universo não literalmente, apenas estou deixando de me envolver com a egrégora própria a alguns movimentos, nacionais e internacionais. Continuarei possivelmente um estudioso desta espécie de saber nos ramos da psicologia, sociologia, historiografia, sob berços acadêmicos, que me possam proporcionar a digna defesa de minhas reflexões, concisas, dentro de um esquema mais “imparcial” e “despretensioso”.
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