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EI, EU EXISTO! UM GRITO QUE ECOA DAS RUAS - F. F. Vasques

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EI, EU EXISTO! UM GRITO QUE ECOA DAS RUAS - F. F. Vasques

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Descrição Rápida

Floridásio Francelino Vasques, nascido em 16-07-1962, na Cidade de Catú, Estado da Bahia, com formação de nível médio atuando na área de Engenharia. Voluntário da Instituição PROJETO CRIAR E CRESCER GRUPO GUERREIROS DA PAZ, na Cidade de Salvador, onde labora nas ações assistências a também nas funções de Doutrinador, palestrante e Passista no campo do labor Espírita. 

Obra de conteúdo atual, onde o autor traz a realidade dos excluídos das ruas, personagens semi-invisíveis das grandes cidades.

Inspirado na caridade, no trabalho voluntário e nos ensinamentos contidos na doutrina  espírita como fonte  de auxílio na busca pelo crescimento pessoal, tendo como instrumento imprescindível o auto-conhecimento e o senso do bem comum.

Revisão

Adriele M. Vasques - Daniel I. R. R. Aço - Ronald D. Alves

Capa

Concepção: Josélia Argolo dos Santos

Projeto Gráfico: Felipe Pereira - http://portfoliofelipeferreira.blogspot.com.br/

Diagramação

Márcia Todeschini

ISBN – 978-85-91-5399-0-1


 

 



Ei, eu existo!, escrito em 2012 por Vasques, é um romance original inspirado em fatos reais. A obra narra a trilha   do personagem Fernando em uma intensa jornada de autodescobrimento e conhecimento de duas realidades pouco percebidas e entendidas: o mundo das ruas e o mundo espiritual invisível.

Fernando é um sujeito comum, materialista, profissional da área da construção civil e com muitas limitações humanas. Em sua jornada, conhece uma Organização Não Governamental que realiza um inacreditável trabalho de ajuda ao povo que mora nas ruas. Depara-se, então, com o missionário esforço do voluntariado de uma Instituição que luta por manter acesa a chama da caridade. Imediatamente, Fernando se encanta com um dos mais importantes trabalhos da casa: “A Sopa das Ruas”.

No trabalho da Sopa, liderado pelo entusiasmado médium Mariano − conhecido pelos excluídos como Pai das Ruas −, uma caravana de missionários sai pelas ruas da Cidade Baixa todas as noites de sábado, na capital Salvador, doando não só a Sopa, mas uma série de alimentos e realizando prestação de serviços de saúde, higiene, entre outros.

Fernando conhece a dura realidade e os dramas de um povo que vive à margem de uma sociedade que não o enxerga. Com isso, nosso protagonista é chamado pela voz da consciência e vê a oportunidade como um caminho para compreender questionamentos que sempre o inquietaram e que ele decidiu não mais adiar. Assim, percebe que por trás da estrutura humilde e simples daquela Instituição de cunho espírita existe uma realidade ainda mais ampla e invisível de atividades que sustentam o ideal de Fraternidade no planeta: a ação do mundo espiritual.

Então Fernando adere aos postulados espíritas e passa a encontrar as respostas que sempre buscou. Mais do que isso: nosso aspirante a servidor do Cristo descobre profundas verdades sobre si mesmo, e da vida, que nem sequer imaginara.

Mas Fernando encontra muitas dificuldades ao alinhar-se aos postulados de amor e fraternidade e enfrenta diversas crises existenciais. O aprendiz do caminho da verdade conhece um grupo de jovens, obreiros daquela casa de caridade, que lhe revela uma conduta ética inspiradora para o verdadeiro guerreiro da transformação interior. Fernando, então, desenvolve uma sincera e bonita amizade com Soares, um jovem conferencista e pesquisador espírita que tenta ajudá-lo a abrir as portas do coração e dar asas à sua sabedoria. Mas nem tudo é luz no caminho de Fernando e, em face de conflitos e grandes desafios, o aspirante a servidor da messe do Cristo terá de aprender duras lições (...).                               

Rubem Valente

 

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